segunda-feira, 1 de junho de 2015

Não Chame Seu Apartamento de Ovo. Esse Ovo Deve Ser Mais Espaçoso Que Ele - Tecno-Segunda #16


Pequena, elegante e com formato de ovo - a Ecocapsule é o último lançamento em mini-moradias do estúdio arquitetônico Nice Architects, com sede na Bratislava.

Alimentada por uma turbina eólica retrátil e painéis solares, ela permite que duas pessoas vivam confortavelmente fora do radar por até um ano.


E não é nenhum cortiço - a Ecocapsule consegue abrigar seus dois ocupantes com conforto em oito metros quadrados de espaço muito bem-desenhado.


"O maior desafio foi integrar todas as diferentes tecnologias no pequeno espaço da cápsula e ainda ter espaço para gente viver," disse a Nice Architects ao site Bored Panda.

Com a capacidade de captar água de chuva, a Ecocapsule tem todas as facilidades de uma casa normal. Ela possui uma kitchenette integrada com direito a água corrente, um banheiro com descarga e até um chuveiro aquecido. "O reservatório de água tem uma válvula de escoamento, então se os tanques estiverem cheios, eles não vão receber mais água. Mas isso é difícil de acontecer", disse o estúdio.

Prevista para ser lançada em 2016, a Nice Architects imagina suas cápsulas sendo usadas como acampamentos, centros de pesquisa e até abrigos emergenciais. No momento, não está claro qual será o custo, mas espera-se que os preços sejam revelados até o final do ano.


No momento, a Ecocapsule só pode ser transportada via reboque, mas a empresa planeja disponibilizar uma versão motorizada para maior portabilidade no final de 2016.

Fonte: IFLScience

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Fim De Semana De Coisas Que O Autor Não Gosta - Receitas de Sexta 12


Bolinhos de Azeitona Assados


1 xícara de queijo Cheddar ralado
2 colheres de sopa de manteiga derretida
1/2 xícara de farinha
1/8 de colher de chá de pimenta cayenne
24 azeitonas recheadas



- Pré-aqueça o forno a 200ªC
- Misture o queijo e a manteiga em uma vasilha.
- Adicione a pimenta e a farinha e misture bem até formar uma massa.
- Molde bolinhas de mais ou menos uma colher de sopa em volta das azeitonas e disponha-as em uma forma forrada com papel-manteiga.
- Leve ao forno por 15 minutos ou até dourar.
- Se quiser, as bolinhas cruas podem ser guardadas no freezer e descongeladas no forno.

Espetinho de Camarão Grelhado


900g de camarão rosa, descascado e limpo mas com rabo
1 xícara de azeite
1/4 de xícara de salsinha picada
Suco de 1 limão
2 colheres de sopa de molho de pimenta
3 dentes de alho picados
1 colher de sopa de extrato de tomate
2 colheres de chá de orégano
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta do reino
Espetos

- Misture o azeite, a salsinha, o suco de limão, o molho de pimenta, o alho, o extrato de tomate, o orégano, o sal e a pimenta.
- Reserve um pouco do molho para usar durante o preparo. Coloque o resto em uma tupperware com o camarão. Feche bem e deixe marinar na geladeira por duas horas.
- Aqueça o grill à temperaturas médias.
- Coloque os camarões nos espetos, passando uma vez perto da cauda e uma vez na cabeça. Descarte o molho usado.
- Unte o grill levemente. Grelhe os camarões por cinco minutos cada lado, pincelando o molho reservado com frequência.

Biscoitos de Abóbora


2 1/2 xícaras de farinha
2 colheres de chá de fermento em pó
2 colheres de chá de canela em pó
1/2 colher de chá de noz-moscada em pó
1/2 colher de chá de cravo-da-índia em pó
1/2 colher de chá de sal
1/2 xícara de manteiga derretida
1 1/2 xícara de açúcar
1 xícara de purê de abóbora
1 ovo
1 colher de chá de essência de baunilha

Glacê:
2 xícaras de açúcar de confeiteiro
3 colheres de sopa de leite
1 colher de sopa de manteiga derretida
1 colher de chá de essência de baunilha

- Aqueça o forno a 175ºC
- Misture a farinha, o fermento, a canela, a noz-moscada, o cravo da índia e o sal. Reserve.
- Misture 1/2 xícara de manteiga e o açúcar. Adicione a abóbora, o ovo e a essência de baunilha e bata até ficar homogêneo.
- Adicione os ingredientes secos e bata bem.
- Despeje pelotes de massa em uma assadeira untada e achate levemente.
- Leve ao forno por 15 a 20 minutos, deixe esfriar e passe o glacê por cima

Glacê:

- Misture o Açúcar de Confeiteiro, o leite a colher de sopa de manteiga e a essência de baunilha.
- Se necessário, adicione mais leite para que ele fique na consistência semi-líquida.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Explorar Uma Casa Mal-Assombrada Como Uma Cega. Isso Ou É a Melhor Ou a Pior Ideia De Todos os Tempos - Quinta Jogando #15

Tem algo estranho na casa em Echo Bluff. Depois de meses vendo o lugar em persistentes visões, Cassie Thornton finalmente encontrou o lugar de verdade, de frente para o Atlântico em Gloucester, Massachusetts. E agora, ela está aproveitando a chance de explorá-lo, apesar de ser cega.

Essa é a descrição de Perception em sua página do Kickstarter, do estúdio The Deep End Games. Ele é formado quase que completamente por desenvolvedores que participaram da criação de Bioshock e Bioshock Infinite, incluindo Bill Gardner, fundador do novo estúdio. Ele foi diretor de design no Bioshock original e desenhista-chefe em Infinite, títulos muito elogiados pela crítica na qualidade de suas histórias. Mas, com Perception, Gardner quer mudar o conceito de se jogar jogos de horror.


Na data da publicação deste artigo, a Deep End está com uma campanha no Kickstarter para financiar Perception. O lançamento inicial será para PC, com versões de PlayStation 4 e Xbox One como metas adicionais.

"De um certo modo, o jogo é uma continuação do que eu fiz na Irrational," disse Gardner à IGN "Faz parte do que eu aprendi lá. Mas ele também tem a nossa visão. Se sentir em desvantagem é importante no gênero de horror, e sendo cega, Cassie traz novos jeitos de trabalhar com essa equação."

No entanto, a protagonista de Perception não está completamente desarmada. Como o Demolidor da Marvel, Cassie pode mapear o ambiente usando ecolocalização. Assim, enquanto os jogadores exploram a melancólica casa em Gloucester, eles podem bater a bengala de Cassie no chão ou ouvir barulhos distantes vindos de outros cômodos da solitária propriedade. O resultado é um ambiente completamente escuro banhado por etéreas ondas azuis.

Essa quase-visão é muito importante porque, como em toda boa história de horror, tem algo sinistro oculto em cada segundo do jogo. Echo Bluff é uma casa antiga, construída em uma das regiões mais antigas dos Estados Unidos, e incontáveis pessoas moraram lá. As visões de Cassie a levam para a propriedade em várias épocas, então tudo, desde a decoração até a estrutura da casa podem mudar. Esse tipo de viagem no tempo gera um novo mistério para o jogador cada vez que eles entram pela porta.

Mas existe algo constante no interior da velha propriedade. A Deep End batizou-a de A Presença. E o nome faz sentido, porque conforme Cassie passeia por cada versão temporal de Echo Bluff, essa criatura está sempre lá, à espreita, indo contra ela e suas investigações. Suas nuvens de mariposas e falatórios esquizofrênicos podem ser ouvidos nos andares inferiores ou atrás de portas escuras, sempre esperando para atacar.


"A Presença tem um grande papel no resultado que estamos buscando" disse Gardner. "Você está vendo fantasmas, encontrando registros de áudio e nós estamos usando o mise en scene para te ajudar a entender o que aconteceu na casa ao long dos anos. Mas, através d'A Presença, existe essa ameaça persistente que está sempre em algum canto da sua mente. Ela ajuda a juntar o gameplay e a narrativa."

Por mais que a Deep End queira te assustar com os cantos escuros dessa misteriosa casa, eles também querem contar uma boa história. Amanda Gardner, escritora de fantasia urbana e esposa de Bill Gardner, está escrevendo a história que se desenrola ao redor de Cassie. Do mesmo jeito que Bioshock e Gone Home, outro jogo que inspirou esse primeiro título da Deep End, a história de Amanda vai colocar os jogadores no centro de uma narrativa e deixar que eles descubram a história sozinhos.


Mas, ainda assim, a Deep End ainda quer te assustar. Como disse Stephen King, o terror "é quando as luzes se apagam e você sente algo atrás de você. você o escuta, sente a respiração em sua orelha, mas quando você se vira, não tem nada lá."

Em Perception, pode ser que tenha mesmo alguma coisa lá.

Fonte: IGN

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Será Que Agora Os Celulares Param De Crescer? - Quarta Científica #15


Imagine uma única molécula que pudesse agir como um diodo, capaz de controlar a direção da corrente elétrica que passa por um circuito. Se os cientistas tiverem sucesso em criar algo assim, seria o início de uma nova era de tecnologia microscópica.

A ideia foi concebida 40 anos atrás e já foram até criados alguns protótipos. Mas agora, cientistas da Universidade de Columbia criaram um diodo que deixa todas as tentativas anteriores no chinelo. Ele consegue converter corrente alternada (AC) para corrente direta (DC) de maneira 50 vezes melhor do que outros protótipos. O processo é chamado de "retificação".

"Esse novo método gerou um diodo de uma mólecula com alta retificação (acima de 250 e corrente 'on'  (~ 0.1 micro Amperes)," diz Latha Venkataraman, professora associada de física aplicada na Universidade de Columbia. "Construir um circuito cujos componentes formassem uma única molécula tem sido o maior sonho da nanociência há muito tempo. Esse feito, chamado de o 'santo graal' da eletrônica molecular desde sua concepção no estudo de Aviram e Ratner publicado em 1974, representa o pico máximo da miniaturização funcional que pode ser aplicada em um aparelho eletrônico."

Criar um circuito seletivo a um nível molecular parece ser um senhor desafio, mas a solução que os cientistas encontraram foi tornar a molécula assimétrica. Desse jeito, se a eletricidade tente fluir para um lado, ela tem uma experiência diferente da de tentar fluir para o outro lado. Isso acaba criando, basicamente, um pequeno diodo.

Como, então, a equipe criou uma molécula assimétrica superior a todos os desenhos anteriores? Como descrito na revista Nature Nanotechnology, os pesquisadores submergiram metade da molécula em uma solução iônica - por causa desses dois ambientes diferentes, a assimetria se acentuou. E para aumentá-la ainda mais, os contatos de ouro que conectavam o diodo ao resto do circuito eram de tamanhos diferentes.


É uma técnica fantástica que junta os conceitos da física e os da química.

"É incrível poder criar um circuito molecular misturando química e física e ainda ver ele ser funcional," disse Venkataraman. "O comprimento dela é tão pequeno que efeitos de mecânica quântica tornam-se um aspecto crucial do mecanismo. É realmente uma vitória ser capaz de criar algo que você nunca será capaz de ver fisicamente e, mesmo assim, funciona como esperado."

Mas ser o melhor do memento não é o suficiente para Venkataraman e sua equipe: Eles querem continuar testando outros sistemas moleculares para tornar o diodo ainda mais eficiente.

Fonte: IFLScience

terça-feira, 26 de maio de 2015

Arrow Perde Chance de Ganhar Mais Peitos - Terça no Cinema #14


A série Arrow já deu aos fãs sua prórpria versão do Esquadrão Suicida, mas os personagens têm estado meio sumidos recentemente, provavelmente devido ao longa do Esquadrão estar em franca produção. É sabido que não há planos de fundir os universos DC da TV e do cinema, então claro que cada um pode ter o seu. Mas, ao que parece, a DC vetou os planos dos produtores de Arrow de colocar a Arlequina na série. A atriz Willa Holland (Thea Queen) disse o seguinte:

"Tinhamos grandes planos para a Harley. Mas, pelo visto, alguma ordem veio dos chefões da DC. Tipo, demos aquele gostinho com as trancinhas e a roupa ARGUS mas, não serviu para nada. Adoraríamos tê-la na série, mas não vai rolar"

Não se sabe se esses planos seriam executados na terceira temporada, que terminou semana passada, mas aparentemente os fãs nunca verão Arlequina em Arrow. O interessante é que essa temporada que se encerrou teve a participação de Rila Fukushima como Katana, personagem vivida por Karen Fukuhara em Esquadrão Suicida, então há duvidas se veremos a volta da personagem, agora que o filme está em produção.

Ninguém sabe se o Esquadrão vai voltar na quarta temporada de Arrow, que chega às TVs na próxima primavera.

Fonte: MovieWeb

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Engrossa Quando Estica, Afina Quando Aperta... Meu Cérebro Dói... - Tecno-Segunda #15


O risco de ferimentos em competições esportivas tem sido um dos principais assuntos discutidos recentemente no que tange o quão protegidos nossos astros estão. Recentemente, o jogador de futebol argentino Emanuel Ortega morreu de um ferimento na cabeça após ter tido um caso de amor com um muro de concreto.

Uma solução para o problema é um maior uso de equipamentos de proteção e melhorar os que já existem. O inquérito da Associação Australiana de Cricket a respeito da morte do jogador Phillip Hughes, que ocorreu dois dias depois de ter sido atingido no pescoço, área que seu capacete não protegia, pode tornar obrigatório o uso de equipamentos com novos designs.

Na Universidade Sheffield Hallam, temos desenvolvido materiais que fornecem melhor proteção contra impactos. Essas novidades têm a incomum e fascinante propriedade "auxética", que pode ser aplicada a capacetes, luvas, protetores e até tapetes e barreiras.

O Que São Materiais Auxéticos?


Posto de maneira simples, ao invés de ficar mais fino quando esticado (o que espera-se que aconteça), um material auxético se torna mais grosso. E quando comprimido, ele se torna mais fino.

De início, essa propriedade incrível pode parecer muito estranha, mas descobertas recentes indicam que ela é chave em um número crescente de materiais naturais. Exemplos disso são certos tipos de pele e outros biomateriais macios, além de silicatos inorgânicos, como quartzo e cristobalita. Auxéticos artificiais estão sendo criados no formato de favos, espumas, fibras, tecidos, compostos reforçados com fibra de carbono, polímeros microporosos, metais e cerâmicas.


A inspiração nas pesquisas atuais em materiais auxéticos para fazer equipamentos de proteção melhores vem da armadura natural suprema: ostras.

A camada interna da proteção utilizada pelas ostras - o nácar, ou madrepérola - é capaz de ser muito duro, forte e durável, que permitem que a ostra aguente a mordida de um predador ou um impacto forte contra a superfície da concha. Essa combinação excepcional de propriedades permite que a ostra evite danos catastróficos e mantenha sua concha inteira mesmo se a camada exterior, dura e quebradiça, rache. O nácar é um material conhecidamente auxético.

Reduzindo o Pico de Aceleração


E por que tazão a natureza evoluiu sistemas de proteção que funcionam assim? Nós especulamos que sejam várias as razões, todas relacionadas com o fato da propriedade auxética ser um jeito de atingir performances altamente eficientes em outras propriedades úteis.

Diferente dos materiais convencionais, que tomam a forma de uma "sela" quando entortados, um material auxético toma, naturalmente, uma forma de "domo", parecida com o formato de uma concha de ostra. Essa curvatura característica é ideal para equipamentos esportivos como capacetes e cotoveleiras, já que ele garante a proximidade máxima do material ao corpo, aumentando o conforto e a proteção.


Em termos de resposta a impactos, um material auxético tende a se contrair em espessura, criando uma área densa localizada que possui uma maior resistência ao impacto no lugar e momento necessários.


Materiais auxéticos também apresentaram maior resistência a rachaduras e absorção de energia. No caso do nácar, a mudança do volume do material consegue aumentar a dissipação de energia do impacto em incríveis 1100%

Outra função básica dos protetores esportivos é reduzir os picos de aceleração em momentos de impacto. Em nosso trabalho recém-publicado, verificamos que espumas auxéticas cobertas por uma camada rígida (a mesma estrutura das conchas) geram uma redução de aceleração até seis vezes maior nos impactos típicos de práticas esportivas. Acreditamos ser possível tornar essa redução ainda maior melhorando o processo de produção da espuma.

Conclusão, materiais auxéticos têm propriedades de controle de aceleração excelentes e muito potencial como absorventes de energia em tatamis e barreiras. Em capacetes e protetores rígidos, eles são um material leve, duro e forte. Em protetores flexíveis, a capacidade de se moldar a superfícies convexas, como várias partes do corpo humano. Tudo isso sugere que os auxéticos podem fornecer e manter produtos melhores e menos restritivos ao longo de toda uma sessão esportiva dinâmica.

Fonte: IFLScience

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Konami Abandona o Barco. Daqui a Pouco a SEGA Anuncia Um Mega-Drive 2000 - Quinta Jogando #14

Imagem: Malditos Invasores
Não faltam razões para se sentir desapontado com a Konami. Pode demorar um pouco até sabermos de tudo que rolou entre eles e Hideo Kojima, mas com certeza foi o maior babado, assim como toda a história ao redor de Silent Hills, quando a demo P.T. prometia tanto. Koji Igarashi também não deve ter ficado bem na história, apesar de seu projeto Bloodstained: Ritual of the Night também ter gerado expectativas. Nesse momento, está bem fácil odiar a Konami.

Qualquer veneno direcionado a eles também se justifica. Tantos caminhos se fecharam em 2015. Jogos que poderiam e teriam tido enorme sucesso de repente não poderão mais existir e para sempre carregarão o estigma de serem alvo de tanto drama. Que estresse. E o pior é que a Konami em si provavelmente vai ser muito pouco afetada por tudo.

Hideki Hayakawa anunciou novos caminhos para a Konami, no universo mobile. Desconsiderar jogos como Silent Hills e pessoas como Kojima são atos que não surpreendem, enquanto planos de uma empresa que está se afastando dos jogos de console. As decisões ainda parecem insensíveis, mas de repente podemos ver o quadro geral. Quando o foco da empresa muda, é lógico que haverão projetos que serão abandonados.

É uma atitude responsável. O custo de produção de um jogo para console, comparado com o de um jogo móvel, é enorme. Por mais incrível que Silent Hills poderia ter sido e por mais inovador que Kojima seja, o custo de produzir um e empregar o outro provavelmente pesava no bolso da Konami. Não seria prudente tocar qualquer dos dois para frente se a decisão foi a de se focar nos jogos móveis.

E a maior tragédia da história é que a decisão da Konami vai se provar perfeitamente válida. Isso se tudo der certo para eles, claro. Quem acessar a página de desenvolvedor deles na AppStore e Google Play verá uma boa quantidade de jogos freemium, com quase todos oferecendo dinheiro do jogo por dinheiro real. É só lembrar dos famosos/infames Clash of Clans da Supercell e Candy Crush da King. É isso que a Konami quer.

A Konami pisou na bola algumas vezes. As decisões deles são contra-intuitivas ao que nós, donos de consoles e portáteis, queremos. Mas, eles como empresa têm um novo foco, e embora muitos não concordem ou aprovem suas atitudes, o mais provável é que elas vão manter as contas fechando e valer a pena no futuro.

Fonte: CheatCC